quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

PIRLIMPIMPIM

Data de exibição: 08/10/1982
Horário: 21h
Periodicidade: sexta-feira
Pirlimpimpim teve texto de Wilson Rocha, direção de Paulo Netto e direção geral de Augusto César Vannucci. A direção musical do programa era de Guto Graça Mello.
Em homenagem ao centenário de nascimento do escritor Monteiro Lobato, a TV Globo produziu um especial infantil exibido na faixa de programação Sexta super.
Com a apresentação de Aretha, o infantil mostrava a fantasia do universo de Monteiro Lobato e foi todo pensado a partir do imaginário sugerido pela palavra Pirlimpimpim, o incrível pó que leva as crianças a inesquecíveis aventuras.
Os números musicais eram o destaque Pirlimpimpim, que contou com a participação do elenco do Sítio do picapau amarelo (1977). Nomes como Jorge Ben Jor, Moraes Moreira, Baby Consuelo, Lucinha Lins, Zé Ramalho, Dona Ivone Lara, Fábio Jr., Ângela Rô Rô, Bebel Gilberto, Ricardo Graça Mello e Jane Duboc deram vida a diversas criações do escritor.
Por exemplo: em determinado momento do programa, Aretha é levada por besouros para um passeio no Sítio do Picapau Amarelo. Lá, a menina encontra o Visconde de Sabugosa, interpretado por Moraes Moreira, que apresenta a canção Pirlimpimpim, de Moraes Moreira e Fausto Nilo, tema do programa.

http://www.youtube.com/watch?v=rx8ioD8DKQo

Em seguida, o próprio Visconde leva Aretha para conhecer outra moradora do Sítio, a boneca Emília, interpretada pela cantora pela Baby Consuelo. Dormindo na caixa de costura, Emília acorda mal-humorada, mas logo se anima com a presença da menina e, entre muitas brincadeiras, canta Boneca gente, música de Pepeu Gomes e Baby Consuelo.
http://www.youtube.com/watch?v=bpd9_IM97UU

Enquanto isso, absorvida pela leitura de histórias de aventura, Narizinho, interpretada por Bebel Gilberto, nem percebe toda a movimentação no Sítio, e parte para uma fabulosa viagem de balão.
O desejo de Aretha é conhecer Pedrinho (Ricardo Graça Mello), seu herói. Para isso, ela precisa fazer uma viagem no tempo, e consegue. Depois de enfrentar e vencer arriscados desafios e perigosos inimigos, Pedrinho parte para salvar o Visconde, que havia caído no mundo da Lua. Ao som de Lindo balão azul, de Guilherme Arantes, interpretada por Pedrinho, Narizinho, Emília e Visconde, eles vão descobrindo as maravilhas do universo, pegam carona na calda de um cometa e passeiam pela Via Láctea. Os versos da música de Guilherme Arantes fizeram sucesso entre as crianças:
Pegar carona nessa cauda de cometa
Ver a Via Láctea
Estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde numa nebulosa
Voltar pra casa
Nosso lindo balão azul.
http://www.youtube.com/watch?v=mhVu-2XvePo

Mas nem tudo era alegria no caminho de Aretha. Em determinado momento do programa, ela é presa pela assustadoraCuca (Catarina Abdala), que organiza uma festa para celebrar a prisão da doce menina. É quando entra em cena a Cantora das Bruxas, interpretada por Ângela Rô Rô, para cantar As bruxas, composição de Geraldo Casé; Waltel Branco e Sylvan Paezzo. Com a ajuda do esperto Saci, vivido por Jorge Benjor, Pedrinho consegue salvar sua amiga.

youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lGh8iCx7FaI

Como num passe de mágica, o sonho acaba e Aretha se vê sozinha no Sítio do Picapau Amarelo. Ela tenta reencontrar seus amigos no mundo da fantasia, mas, sem sucesso, volta para casa ao som de Real ilusão, de Daltony Nóbrega.
Produção:
As gravações do especial foram realizadas no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro, durante quatro dias.
O programa contou com a participação do balé da Rede Globo.
Curiosidades:
Pirlimpimpim foi reapresentado em 18/12/1982.
Toda a discografia de Pirlimpimpim e do Sítio do Pica Pau Amarelo pode ser encontrada em Cantos & Encantos.

CASA DE BRINQUEDOS

O musical infantil Casa de brinquedos foi ao ar em 09 de outubro de 1983 e é uma criação de Augusto César Vannucci e Toquinho, com texto de Wilson Rocha e direção geral de Augusto César Vannucci.
Ia ao ar todos os domingos, a partir das 18h e fez parte das comemorações da TV Globo dedicada às crianças e foi todo construído a partir do disco homônimo de Toquinho.
Uma casa de brinquedos sempre foi símbolo de alegria e diversão. Baseado nessa idéia, Augusto César Vannucci construiu um mundo mágico, repleto de histórias de fadas e quadrinhos brasileiros. A condução da narrativa era feita por Aretha.
Uma pequena casa de brinquedos, perdida numa rua escura, é cenário das primeiras seqüências do especial. Ali, um velho artesão (Dionísio Azevedo) cria e conserta bonecos de pano, trenzinhos, bailarinas de corda e outros brinquedos. A solidão e o silêncio do artesão são interrompidos com a chegada de Aretha. Como em uma cena de mágica, o velho senhor desaparece e um polichinelo ganha vida. Ele leva a menina para conhecer os encantadores mistérios daquela casa, que abriga soldadinhos de chumbo, ursinhos de pelúcia, robôs e inúmeros brinquedos.
O primeiro morador da casa que Aretha conhece é o robô, interpretado por Tom Zé. Sempre com algum defeito, ele fala sobre as desvantagens de ser o homem do futuro. Aretha descobre as maravilhas da bicicleta, através da apresentação de Simone, que interpreta a canção A bicicleta. A leveza das bailarinas das caixas de música também encanta Aretha. Elas foram representadas por Lucinha Lins e pelo balé infantil da academia Dalal Aschar. Ao longo do programa, Aretha se depara com outras novidades que também a deixam radiante.
Chico Buarque de Hollanda interpretando O caderno; Toquinho interpretando O avião; Moraes Moreira e Davi Moraes cantando A bola; entre outros nomes da musica brasileira, também participaram do especial.
Produção:
Com o auxílio de recursos como o chromakey (recurso que permite que a imagem captada por uma câmera possa ser inserida sobre outra, criando-se a impressão de primeiro plano e fundo) e de animação, o programa mostrou super-heróis que voavam, figuras desenhadas num caderno que cantavam e um pequeno canhão de brinquedo dançando ao lado de intérpretes.
Bonecos animados também entraram em cena para contracenar com os cantores.
Curiosidades:
O projeto, junto com A turma do Pererê, infantil lançado no mesmo ano, fez parte da linha de especiais infantis criada pelo diretor Augusto César Vannucci.
Casa de brinquedos foi reapresentado em janeiro de 1984.
Bicicleta

http://www.youtube.com/watch?v=JFAXxeYuqrA
Trechos

http://www.youtube.com/watch?v=H7i8gRysoKI
O material musical pode ser encontrado na íntegra em Cantos & Encantos.

ARCA DE NOÉ II

Em outubro de 1981, a TV Globo produziu o especial Arca de Noé II.
Vinícius para criança foi exibido na Dinamarca, em Israel e Portugal.
A ARCA DE NOÉ II
A Arca de Noé II foi ao ar originalmente em 09 de setembro de 1981 e teve roteiro de Ronaldo Bôscoli, direção geral de Augusto César Vannucci, direção de Ewaldo Ruy e produção de Nalygia Santos, sendo exibido no horário das 21h30.

Depois do reconhecido sucesso do especial Vinícius para Criança, realizado pela Rede Globo no ano anterior, a emissora levou ao ar A arca de Noé II, musical inspirado no segundo disco do álbum A Arca de Noé, produzido por Toquinho, Fernando Faro e Rogério Duprat.

O especial apresentava poemas de Vinícius de Moraes musicados por alguns de seus maiores amigos e parceiros. A apresentação de A arca de Noé II ficou a cargo da menina Aretha, que já havia conduzido o primeiro especial.

Com longas barbas e cabelos brancos, o bondoso Noé (Manfredo Colasantti) abria o programa. As músicas cantadas no especial foram: O leão, com Fagner; O pingüim, com Toquinho; O pintinho, com As frenéticas; A cachorrinha, com Tom Jobim; O girassol, com Jane Duboc; O ar (O vento), com Boca Livre; O peru, com Elba Ramalho; O porquinho, com Grande Otelo; A galinha-dangola, com Ney Matogrosso; Os bichos e o homem, com Céu da boca; O filho que eu quero ter, com Paulinho da Viola; e A formiga, com Clara Nunes.

Produção:
O cenário, montado no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro, era baseado nos desenhos do artista plástico Elifas Andreato, e consistia em uma grande arca, em volta da qual as crianças atuavam.

A Arca de Noé II foi reapresentado em janeiro de 1982 e em julho de 1983.

O especial também foi exibido em Israel e em Portugal, em 1982.

ARCA DE NOÉ

Quem viveu nos anos 1980 lembra-se bem dos musicais "A Arca de Noé". Essa deve ser a maior referência de musicalização que tive, pois lembro-me de tê-la explorado ao máximo.
Essas músicas fizeram e fazem parte da minha vida!
Cresci nos anos 1980, na época dos musicais da Arca de Noé. Tenho a fita K-7 (áudio) original "A Arca de Noé", fora que assisti os musicais na TV todas as vezes em que passou, eu cantava junto (naquela época não tínhamos nem vídeo K-7, tínhamos de assistir no horário em que a TV transmitia, com muita atenção). Tenho também outras fitas K-7 gravadas em casa cantando essa música com familiares. Isso mesmo, tenho minha voz aos 3 ou 4 anos de idade cantando essa música... Com toda certeza ela marcou a minha infância.

E quando digo que elas fizeram e "fazem" parte da minha vida, é porque as utilizo no meu trabalho, tanto nas aulas comuns de educação infantil, quanto nas de musicalização. São clássicos da nossa MPB! A poesia infantil de Vinícius de Moraes é muito interessante, seus personagens povoam o imaginário da criançada, fazem rir, e dão margem a inúmeras atividades criativas e à exploração ou à introdução de novos conceitos e conteúdos no dia-a-dia das crianças.







VINÍCIUS PARA CRIANÇAS - A Arca de Noé
Apresentado na faixa de programação Sexta Super, Vinícius para criança teve direção geral de Augusto César Vannucci, direção de Ewaldo Ruy e produção de Marny Elwis.

O programa acabou conhecido pelo nome do disco infantil que serviu de inspiração para sua criação, A arca de Noé. O disco foi feito por Vinícius de Moraes pouco antes de sua morte, em 1980, e, para criá-lo, o poeta se baseou no livro homônimo que escreveu para seus filhos. O projeto de produzir o álbum, exclusivamente direcionado ao público infantil, era um sonho de Vinícius desde a década de 1970, mas somente se concretizou após sua morte, graças a Toquinho, Fernando Faro e Rogério Duprat, que produziram o álbum.

Todas as músicas do disco são de autoria de Vinícius de Moraes, também responsável pela escolha dos cantores que as interpretam.

No especial, permaneceram os mesmos arranjos e intérpretes das canções do LP lançado pela gravadora Ariola no mesmo mês em que o programa foi ao ar.

Vinícius para criança apresentava diferentes quadros com os artistas interpretando as canções de Vinícius de Moraes. Cada quadro recebia um tratamento especial. Para garantir um clima de alegria e descontração ao programa, não foi preparado nenhum script em especial, apenas um roteiro de orientação das gravações, criado por Ronaldo Bôscoli.

As músicas, com arranjos do maestro Rogério Duprat, tiveram os seguintes intérpretes: A arca, Milton Nascimento e Chico Buarque de Hollanda; A porta, Fábio Jr.; A foca, Alceu Valença; A pulga, Bebel Gilberto; As abelhas, Moraes Moreira; O pato, MPB-4; São Francisco, Ney Matogrosso; O gato, Marina Lima; A casa, Boca Livre; Aula de piano, As Frenéticas e Martim Francisco; O relógio, Walter Franco; A corujinha, Elis Regina; e Menininha, Toquinho.
Ao final do programa, Aretha despede-se do poetinha e uma foto de Vinícius de Moraes aparece na tela, congelada. Ao fundo, ouve-se sua voz, declamando versos de Poética I:

De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
Meu tempo é quando.

Aretha, filha da cantora Vanusa e do cantor Antonio Marcos, foi a apresentadora do programa. Com apenas seis anos de idade, a desenvoltura de Aretha foi outra agradável surpresa do infantil. Seu desempenho deu tão certo que ela apresentou A arca de Noé II, exibido pela TV Globo no ano seguinte, entre outras atrações infantis da emissora.

Produção:
O cenógrafo Federico Padilla criou espaços amplos, montados no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro, permitindo uma grande movimentação dos músicos e atores em cena. A equipe de cenografia também fazia uso de alguns efeitos, como o chromakey recurso que permite que a imagem captada por uma câmera possa ser inserida sobre outra, criando-se a impressão de primeiro plano e fundo. Assim, era possível criar uma atmosfera lúdica, reforçando a poesia de Vinícius de Moraes.

O programa teve figurinos de Olímpio Borges, arte de Elifas Andreato e animação de Stil.

Vinícius para criança contou com a participação do balé da Rede Globo, coreografado por Juan Carlo Berardi.

A abertura de Vinícius para criança mostrava Milton Nascimento cantando A arca, acompanhado por um coral infantil.

Curiosidades:
O programa recebeu prêmios nacionais e internacionais. Em 22/11/1981, competindo com 51 produtores e redes de televisão de 22 países que apresentaram um total de 110 programas o especial foi premiado com o Emmy de Ouro na categoria Popular Arts, durante a nona edição do Annual International Emmy Awards. O Emmy é considerado o maior prêmio da televisão mundial e é concedido pela National Academy of Television Arts and Sciences. No final de outubro do mesmo ano, o programa havia recebido o Prêmio Ondas, oferecido pela Sociedad Española de Radiodifusión, como melhor programa do ano. Na categoria melhor programa estrangeiro, Vinícius para criança ganhou também o Iris Award, concedido pela Associação de Produtores de Programas de Televisão dos Estados Unidos. Em 1982, a Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) concedeu o prêmio de melhor musical ao programa.

Vinícius para criança foi doado para a Biblioteca do Congresso norte-americano, junto com outros programas da TV Globo.

O especial foi reapresentado no dia 29/11/1981.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Os Passos Para a Criação de uma Biblioteca Musical

Márcia Visconti[1]


Montar uma biblioteca musical requer atenção, pois esta atitude pode representar uma importante ferramenta para informar, motivar e fortalecer o repertório de alunos das mais variadas idades.

De acordo com Márcia Visconti, uma das pioneiras na metodologia de ensino em musicalização infantil, em primeiro lugar, a instituição precisa definir seu público alvo, para depois selecionar um acervo que deverá constar em sua biblioteca. Isso vale para escolas dos mais variados segmentos musicais e que atendam alunos de todas as faixas etárias.

Márcia Visconti afirma que para se montar uma biblioteca musical não é necessário uma quantidade exorbitante de publicações e de investimento. "O ideal é que se tenha em mente a qualidade dos volumes que estarão presentes na biblioteca. Eles devem ser úteis tanto para os alunos como para os professores", ressalta.

"É importante ter publicações relacionadas aos novos paradigmas para a educação musical, história da música e de seus variados gêneros, dicionários de música e livros voltados para o desenvolvimento da percepção rítmica e auditiva e para o aprimoramento das maneiras de trabalhar a harmonia das composições", diz Márcia Visconti.

A diversidade de assuntos é importante porque as artes, de um modo geral, fazem parte de um contexto único: a expressão. É muito proveitoso quando o aluno estuda uma música tendo em mente o contexto histórico, social e religioso que vigorava na época em que a obra foi escrita.

A professora também destaca a eficiência da adoção de recursos auditivos e visuais, como CDs e DVDs, na educação dos alunos. Com eles, é possível demonstrar exemplos e trechos de músicas que auxiliem o estudante a obter uma melhor assimilação do que é transmitido. Além disso, caso haja a possibilidade, a implantação de computadores é uma forte aliada para facilitar a localização do material desejado e possibilitar a interação com sites e buscadores disponibilizados na internet.

Para quem deseja obter acesso a grandes acervos musicais, Márcia destaca a biblioteca do Centro Cultura São Paulo, a Faculdade de Música da Unesp e a Faculdade Santa Marcelina.

Confira abaixo algumas sugestões de livros para a formação de uma biblioteca musical:

Como ouvir e entender música - Aaron Copland
A música no tempo - James Galway
A história universal da música - Kurt Pahlen
Tratado de la forma musical - Julio Bas
A história do musical americano - David Ewen
A Educação Musical e o novo paradigama - Moema Craveiro Campos
O som e o silêncio - José Miguel Visnik
Estudos de psicopedagogia musical - Violeta Gainza
Iniciação Musical dos Jovens - Madeleine Gagnard
Chega de Saudade - Ruy Castro
O lobo no labirinto - Marisa Trench de Oliveira Fonterrada
Ouvido Pensante - Murray Schafer
Harmonia Tradicional - Paul Hindimith
Harmonia Funcional - H. J. Koellreuter
Solfejo - curso elementar - Edgar Willems
Las bases psicológicas de la educación musical - Edgar Willems
Percepção Auditiva: Ouvir - Escutar - Entender - Maria Zeí Biagioni
Guia do Mercado Brasileiro de Música – Marinilda Bertolete Boulay
Música, Cérebro e Êxtase – Como a música captura nossa imaginação – Robert Jourdain
Harmonia e Improvisação (violão, guitarra, baixo e teclado) – Almir Cnediak
Curso Condensado de Harmonia Tradicional – Paul Hindemith
Interpretação da música – Thurston Dart
História da Música no Brasil – Vasco Mariz
História Social do Jazz – Eric J. Hobsbawn
Dicionário Musical de Bolso – Hal Leonard
O que é ser maestro - Isaac Karabtchevshy
Criança normal: Musicista em Potencial
Fanfarras & Bandas: A Arte de Fazer Músicos
Guia para Educação e Prática Musica – Márcia Visconti e Maria Zei Biagioni
A Canção no Tempo (Vol. I e II) – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello
Vida de Músico não é Fácil – Bohumil Med

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Nota:

[1] Márcia Visconti é professora de Iniciação Musical para bebês e gestantes e de musicalização infantil para crianças maiores no Forte das Artes. Também atua como coordenadora de Educação Musical dos CEUs pela Associação Vitta e há 22 anos dedica-se à Educação Musical.


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Texto retirado do site: